quinta-feira, 4 de março de 2010

SELEÇÃO PARA TUTOR PRESENCIAL UNIVERSIDADE ABERTA - UFMG Aberta Seleção de Tutores - Educação e Saúde na Escola

UNIVERSIDADE FEDERAL DE MINAS GERAIS

CENTRO DE APOIO À EDUCAÇÃO A DISTÂNCIA

PROCESSO DE SELEÇÃO DE TUTORES PRESENCIAIS

O Centro de Apoio à Educação a Distância da Universidade Federal de Minas Gerais – CAED/UFMG – FAZ SABER que, no período de 19 de fevereiro a 06 de Março de 2010 (exceto sábados, domingos e feriados), estarão abertas as inscrições para o Processo de Seleção de 10 (dez) Tutores Presenciais e no período de 19 de fevereiro a 05 de Março de 2010 (exceto sábados, domingos e feriados), para 10 (dez) Tutores a Distância, que realizarão o acompanhamento das disciplinas oferecidas no Curso de Aperfeiçoamento em Educação e Saúde na Escola, na modalidade a distância, nos polos de Confins, Itabira, Juiz de Fora, Governador Valadares e Uberlândia, que integram o Programa da Universidade Aberta do Brasil (UAB), sob a coordenação da Secretaria de Educação Continuada, Alfabetização e Diversidade (SECAD) do Ministério da Educação (MEC), da Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (CAPES) e da Universidade Federal de Minas Gerais. As inscrições serão realizadas nas Secretarias dos referidos polos.

Entregar nas secretarias dos pólos os documentos listados no polo para o qual deseja se candidatar, conforme indicado no ANEXO II, até o dia 06 de Março de 2010.

Mais informações em Uberlândia (Polo UAB): tel. (34) 3212-4363 (ramal 37)

# Edital de Seleção para Tutores presenciais do Curso Educação e Saúde na Escola
http://moodle.grude.ufmg.br/paginas/caed/images/editais/edital%20tutores%20presenciais_v.doc

# Formulário de inscrição para o curso Educação e Saúde na Escola (Tutor presencial)
http://moodle.grude.ufmg.br/paginas/caed/images/formularios/formularioinscricaotutorpresencial.pdf


# Edital de Seleção para Tutores a distância do Curso Educação e Saúde na Escola
http://moodle.grude.ufmg.br/paginas/caed/images/editais/edital%20tutores%20a%20dist%E2ncia_v.doc

# Formulário de inscrição para o curso Educação e Saúde na Escola (Tutor a distância)
http://moodle.grude.ufmg.br/paginas/caed/images/formularios/formularioinscricaotutoradistancia.pdf


Centro de Apoio a Educação à Distância - UFMG
Endereço: Av. Antônio Carlos, 6627
Pampulha - Minas Gerais - Brasil
cep: 31270-901
E-mail: educacaoadistancia@ufmg.br
website:
http://moodle.grude.ufmg.br/paginas/caed/index.php?option=com_frontpage&Itemid=1
Telefone: +55 (31) 3409-4638
Fax: +55 (31) 3409-5526

VÍRGULA

Instituições ligadas à educação começam a aderir às licenças flexíveis; gestores do Creative Commons destacam potencial dessas iniciativas

"Construção coletiva do conhecimento". O termo, indissociável da atualíssima "cultura digital", permeia discussões educacionais, filosóficas, sociológicas e também mercadológicas. Fácil entender o porquê: as práticas que configuram essa construção esbarram em leis e conceitos que foram concebidos quando a internet ainda não ocupava papel tão central nas dinâmicas de compartilhamento de bens culturais.

Em tempos de YouTube, como um professor consegue explicar a seus jovens alunos que um filme que ele utilizou na sala de aula como ferramenta de apoio ao conteúdo didático não pode ser disponibilizado para todos na internet? Ou como recriminar um estudante que compartilhou com os seus amigos, em slides virtuais, um livro que ele leu e gostou? Discussões sobre questões dessa natureza fervem, pois, de lado oposto aos que defendem a liberalização dessas práticas estão produtoras, gravadoras, editoras e artistas responsabilizando quem compartilha esses conteúdos por seus prejuízos financeiros.

A polêmica é imensa e, não à toa, uma das estrelas da terceira edição da Campus Party Brasil, evento realizado em janeiro, em São Paulo, foi o professor e pesquisador americano Lawrence Lessig, um dos criadores da licença Creative Commons. Nela, diferentemente da copyright, nem todos os direitos sobre uma determinada obra são reservados ao autor.

Na prática, isso significa que o professor poderia, sim, disponibilizar para os seus alunos, no Youtube ou em qualquer outro espaço da web, um filme que estivesse sob a licença Creative Commons, sem que isso pudesse lhe gerar qualquer punição pela Justiça. E mais: aqueles alunos poderiam, dependendo do nível de liberdade dado àquele filme, modificá-lo antes de compartilhar novamente. [...]

Leia na íntegra a matéria de Giulliana Bianconi para o Instituto Claro em http://www.institutoclaro.org.br/observatorio/noticias/detalhe/instituic-es-ligadas-a-educac-o-comecam-a-aderir-as-licencas-flexiveis-gestores-do-creative-commons-destacam-potencial-dessas-iniciativas

Postagens anteriores relacionadas:

@ Formação Continuada

As Inscrições para o Programa de Formação Continuada com Profissionais do Ensino Básico já estão disponiveis na página da Pró-Reitoria de Extensão, Cultura e Assuntos Estudantis (PROEX) da Universidade Federal de Uberlândia (UFU).

Clique aqui para efetuar a sua inscrição


PROGRAMA DE FORMAÇÃO CONTINUADA COM PROFISSIONAIS DO ENSINO BÁSICO EM EXERCÍCIO NAS REDES EDUCACIONAIS PÚBLICAS

COORDENAÇÃO GERAL do PROGRAMA:
Profª Dra Sônia Maria Santos e Profª Maria Adelina Cantalogo Silva

OBJETIVO:
Contribuir, debater e buscar formas reais de melhorar a Qualidade do Ensino Público, propondo atividades de extensão e pesquisa, na perspectiva da Formação Continuada dos Profissionais que atuam na Educação Básica Pública.

PÚBLICO ALVO:
Profissionais da educação que atuam na rede pública de ensino; graduandos da UFU; profissionais da educação que atuam na rede privada de ensino; outros.

CARGA HORÁRIA - 120 horas

Seminário Coletivo do Programa – 20 horas
Seminário de Abertura e Encerramento – 8 horas
Atividades à Distância – 40 horas
Atividades Específicas dos Cursos 52 horas

EIXO 1 – LINGUAGENS E CULTURAS

Este eixo desenvolve há quatro anos um trabalho que visa conhecer e ampliar as diferentes linguagens - verbal, oral, corporal, musical, teatral, matemática, poética, visual, literária - e diferentes culturas – populares/científica - e também um pouco da indústria cultural. Com essas linguagens e culturas buscamos alternativas, quer dizer, procuramos, pesquisamos e criamos possibilidades práticas, reflexivas e interdisciplinares em ações educativas, priorizando a escola, mas também olhando a educação que permeia a sociedade.

CURSOS ESPECÍFICOS DO EIXO UM

CURSO 1: DANÇA
CURSO 2: HISTÓRIA
CURSO 3: LÍNGUA PORTUGUESA E LITERATURA
CURSO 4: PEDAGOGOS
CURSO 5: LITERATURA - ANOS INICIAIS
CURSO 6: LINGUAGENS, CULTURAS E INTERDISCIPLINARIDADE

EIXO 2 – GÊNERO, RAÇA E ETNIA
(ENFOQUE NA IMPLEMENTAÇÃO DA LEI FEDERAL 10639/2003)

Este eixo visa desenvolver cursos de formação continuada para os profissionais da educação básica da rede estadual e municipal de ensino da cidade de Uberlândia e região. Neste sentido, vem desenvolvendo ações envolvendo a temática de gênero, raça e etnia com enfoque nos dispositivos da lei federal 10.639/03 que obriga a Educação para as relações étnico raciais e o ensino de história e cultura afro-brasileira e africana nos estabelecimentos de ensino de educação básica públicos e privados.

NÍVEL I= INICIANTES
NÍVEL II = AVANÇADO

EIXO 3 – MEIO AMBIENTE E SAÚDE

Este eixo propõe discutir os problemas ambientais locais, regionais e mundiais, usando uma metodologia de ações teórico-práticas, que contribua efetivamente com a formação de "habitus" educativos para a preservação e conservação do meio em que vivemos, a partir de uma visão globalizada do tema, perpassando pelas diversas áreas do conhecimento e dentro das perspectivas da Agenda 21.

NÍVEL I= INICIANTES
NÍVEL II = AVANÇADO

EIXO 4 – DIVERSIDADE, EQUIDADE E INCLUSÃO

Este eixo propõe a oferecer cursos que contemplem discussões no âmbito educacional pelo crivo da diversidade (humana/cultural), equidade (oportunidades) e inclusão (alunos com necessidades educacionais especiais/ digital). E também explorar recursos de ferramentas digitais que facilitem o trabalho no cotidiano escolar.

CURSOS OFERECIDOS PELO EIXO QUATRO

CURSO 1: MÍDIAS E MATEMÁTICA 6º AO 9º ANO
CURSO 2: LETRAMENTO ACADÊMICO-CULTURAL PARA A EJA
CURSO 3: GESTÃO ESCOLAR E OS DESAFIOS CONTEMPORÂNEOS
CUROS 4: FERRAMENTAS DIGITAIS NA EDUCAÇÃO

Vírgula

Artigo analisa debate legislativo sobre ações afirmativas no Brasil

No artigo “Ações Afirmativas e Interesses Estatais: Políticas Raciais como Instrumentos de Transformação Social”, Adilson José Moreira, aluno do curso de pós-graduação da Faculdade de Direito da Universidade de Harvard, examina os diferentes discursos sobre relações raciais na sociedade brasileira e demonstra que a representação do Brasil como uma sociedade na qual a raça não tem importância social “serve para manter processos contínuos de marginalização da população negra”.


A constitucionalidade dos programas de ações afirmativas, em especial a política de cotas nas universidades, está em discussão no Supremo Tribunal Federal. O ministro-relator do tema, Ricardo Lewandowski, convocou audiências públicas para reunir mais informações a respeito da efetividade desses programas, e 38 pesquisadores e representantes de organizações da sociedade civil devem apresentar aos ministros seus pontos de vista de 3 a 5 de março (leia mais aqui).


Esse artigo foi elaborado para o programa Diversidade, Raça e Participação da Ação Educativa, como parte do programa de intercâmbio de estudantes promovido pelo Centro David Rockfeller da Universidade de Harvard (EUA).

Leia a versão na íntegra do artigo.


Fonte: Portal do Observatório da Educação

VOCABULÁRIO ORTOGRÁFICO DA LÍNGUA PORTUGUESA

Vocabulário Ortográfico da Língua Portuguesa

Clique aqui para ler o encarte com as correções e aditamentos do VOLP

http://www2.academia.org.br/abl/media/Encarte_VOLP_5_Edicao_web.pdf

fonte: http://www2.academia.org.br/abl/cgi/cgilua.exe/sys/start.htm?sid=19


# Busca no Vocabulário

http://www2.academia.org.br/abl/cgi/cgilua.exe/sys/start.htm?sid=23


mais: http://www.academia.org.br/


dica : http://www.pucrs.br/manualred/index.php

Educação de Jovens e Adultos Pelo direito de aprender por toda a vida!

Educação de Jovens e Adultos
Pelo direito de aprender por toda a vida!

A Ação Educativa tem uma larga tradição de trabalho na área da Educação de Jovens e Adultos (EJA), atuando em várias linhas: elaboração de propostas pedagógicas, materiais didáticos e outros subsídios; formação de educadores e avaliação de programas, pesquisa e monitoramento de políticas públicas, participação em redes e fóruns.

A coleção Viver, Aprender, obra didática voltada à alfabetização e educação básica de jovens e adultos, é um dos destaques da área. Seus livros já foram foram utilizados como apoio à escolarização de milhões de jovens e adultos, tratando de temas atuais e relevantes para esse público. A coleção procura traduzir, na forma de propostas didáticas, a experiência de sala de aula e de formação de educadores que sua equipe vem acumulando há mais de duas décadas.

Ao lado da atuação no plano pedagógico, a Ação Educativa realiza pesquisas sobre as políticas de EJA no país e sobre as condições de alfabetização da população brasileira. Publica um boletim mensal com as principais novidades e debates sobre as políticas públicas. Coloca tais conhecimentos a serviço da luta pela ampliação das oportunidades educacionais de jovens e adultos e do aperfeiçoamento dos programas educacionais a eles destinados. Faz isso também participando de campanhas, redes e fóruns que monitoram as políticas públicas, interagem com os poderes executivos, legislativo e judiciário e promovem o intercâmbio entre educadores.

Todas essas ações orientam-se pelo princípio de que a educação é um direito humano de todas as pessoas, independentemente da faixa etária. Querer e poder aprender ao longo de toda a vida é para nós um valor que devemos afirmar em nossa sociedade.

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Especial Confintea 2009
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Educação em Prisões
Educação e exclusão no Brasil
Indicador Nacional de Alfabetismo Funcional (INAF)

Artigo analisa debate legislativo sobre ações afirmativas no Brasil

Artigo analisa debate legislativo sobre ações afirmativas no Brasil Imprimir E-mail



No artigo “Ações Afirmativas e Interesses Estatais: Políticas Raciais como Instrumentos de Transformação Social”, Adilson José Moreira, aluno do curso de pós-graduação da Faculdade de Direito da Universidade de Harvard, examina os diferentes discursos sobre relações raciais na sociedade brasileira e demonstra que a representação do Brasil como uma sociedade na qual a raça não tem importância social “serve para manter processos contínuos de marginalização da população negra”.


A constitucionalidade dos programas de ações afirmativas, em especial a política de cotas nas universidades, está em discussão no Supremo Tribunal Federal. O ministro-relator do tema, Ricardo Lewandowski, convocou audiências públicas para reunir mais informações a respeito da efetividade desses programas, e 38 pesquisadores e representantes de organizações da sociedade civil devem apresentar aos ministros seus pontos de vista de 3 a 5 de março (leia mais aqui).


Esse artigo foi elaborado para o programa Diversidade, Raça e Participação da Ação Educativa, como parte do programa de intercâmbio de estudantes promovido pelo Centro David Rockfeller da Universidade de Harvard (EUA).


Leia a versão na íntegra do artigo.


Fonte: Portal do Observatório da Educação

sexta-feira, 11 de dezembro de 2009

DESENVOLVENDO A ORALIDADE - ALUNOS 8ª SÉRIE EJA


TRABALHO DESENVOLVIDO COM ALUNOS DA 8ª SÉRIE - EJA -

APRESENTAÇÃO ORAL DOS RESULTADOS DA PESQUISA DESENVOLVIDA NO PICD_2009
























TEXTOS ELABORADOS PELOS ALUNOS, APÓS A REALIZAÇÃO DA PESQUISA PICD:

Clique no link abaixo:
 

APRESENTAÇÃO DOS ALUNOS DA 8ª SÉRIE EJA NO RECITAL DE POESIAS DA ESEBA


                          


DESENVOLVENDO A PESQUISA NA BIBLIOTECA DO CAMPUS SANTA MÔNICA DA UNIVERSIDADE FEDERAL DE UBERLÂNDIA - UFU





terça-feira, 1 de dezembro de 2009

Trabalho de Matemática

No último mês de novembro, a professora de Matemática - Angélica - desenvolveu um projeto, tendo por base o tema do Projeto de Iniciação Científica que estava sendo realizado com os alunos desse segumento de ensino. A professora desenvolveu com alunos da 5ª série a parte matemárica  relacionada ao tratamento dos dados quantitativos, tabelas e gráficos. Para isso, ela partiu de um questionário que foi respondido pelos alunos. A seguir, apresentamos o projeto desenvolvido pela professora Angélica:

JUSTIFICATIVA:
Ao pensar o Projeto de Iniciação Científica da EJA noturno da ESEBA/UFU e sua relação com a disciplina de Matemática, cheguei à seguinte conclusão: a melhor maneira de desenvolver este projeto seria investindo na parte de análise de dados quantitativos, da construção de tabelas e de gráficos. a princípio utilizamos o seguinte questionário já respondido, como base para que os alunos pudessem pensar sobre a elaboração de seu próprio questionário:
1) Qual é o país que mais consome papel no mundo?
Como líderes no consumo de tudo neste planeta, os Estados Unidos são também o país que mais usa papel no mundo. São 300 quilos de papel por habitante por ano. A média mundial é de 56 quilos.
E o Brasil está bem abaixo: 39,5 quilos por habitante. O Brasil exporta quase toda a celulose que produz. Os principais destinos são os Estados Unidos, a Europa e a China. Aliás, a China está chegando perto dos Estados Unidos no consumo de papel. Por isso, a demanda de papel pode ser também um índice econômico.

2) Quanto papel pode ser feito com uma árvore?
Obviamente depende do tipo de papel e do eucalipto. Vamos adotar, então, o papel do tipo A4 (21 cm x 29,7 cm), um dos mais usados no mundo, e uma árvore com mais de 7 anos (idade do corte) de uma floresta de eucalipto com bom índice de crescimento.

3) Qual é a espessura do papel?
Existem papéis que são até mais finos do que a maioria dos tecidos. Os papéis usados na produção de bíblias , por exemplo, possuem gramaturas muito baixas.

4) O que é "gramatura"?
É o peso de uma folha de papel em gramas por metro quadrado.

5) Quanto tempo o papel leva para se decompor na natureza?
Depende do papel e de onde ele é depositad. Por exemplo, no oceano, uma folha de papel toalhatem sua decomposição em 2 a 4 semanas. Caixa de papelão demora 2 meses para se decompor e um jornal até 6 meses.

Este questionário foi utilizado como apoio para que os alunos construíssem o seu próprio questionário, já que a leitura aqui apresentada é simples e de fácil interpretação. Depois dessa leitura e interpretação os próprios alunos elaboraram um pequeno questionário que continha 8 questões. São elas:

 1) Quantas folhas de papel você usa em um dia?
2) Quantas folhas de papel você recebe em um dia?
3) Você obtém mais informação através do papel ou da Web?
4) Quantas vezes você usa a internet por semana?
5) Dessa quantidade, quantas é para obter informação através de textos ou pesquisas?
6) Quantas vezes você procura um livro para se informar ou fazer uma pesquisa?
7)  Você lê mais livro, revista, jornal , ou outros (citar)?
8) Você já acessou um blog?

Nesse projeto os alunos apresentam suas respostas a essas questões e montaram a tabela  a  partir das respostas que foram dadas por eles. Em um segundo momento, fomos ao laboratório de informática para a construção dos gráficos. Os dados foram analisados e a partir daí a tabela foi construída. Isso proporcionou aos alunos o contato com o objeto de sua própria pesquisa e também uma interação com o Power Point, já que o mesmo foi usado com objeto de aprendizagem. Assim, possibilitamos a ligação da matemática com a realidade cotidiana do aluno, justificando a realização deste projeto.

Objetivo Geral:
Explorar a compreensão do questionário motivador do desenvolvimento do conteúdo, através da produção de questões geradas a partir do texto dado, a construção do gráfico e a visualização da matemática no cotidiano dos alunos, bem como a utilização do computador para a criação de gráficos.

Objetivos específicos:
Permitir a integração entre os alunos da mesma turma
Ampliar o conhecimento de dados, tabelas e gráficos.
Implementação da inclusão digital já que no último momento deste trabalho os alunos elaboraram os gráficos no Power Point no laboratório de informática da escola.

Estratégias/Cronograma
26/10/2009 - Leitura e interpretação do texto, formulação de perguntas sobre o texto e resposta a essas perguntas, montagem dos gráficos referentes a cada pergunta.
29/10/2009 - -Produção dos gráficos no power point
05/11/2009 - Apresentação formal dos alunos.

Avaliação:
A avaliação aconteceu de forma processual, de acordo com a participação dos alunos.
Foram atribuídos 5,0 pontos do bimestre às atividades do projeto.



Recursos materiais- Folha A4 e computador
Humanos: Alunos do 5º ano do Eja Eseba
                 Profª Angélica Azevedo Barbosa
               
Elaboração: Profª: Angélica Azevedo Barbosa
                        Coordenação: Leila Foresta
                        Conselhos de professores
                        Coordenação: Raquel

Gráfico elaborado pelo aluno Joaquim. (Este gráfico refere-se à primeira pergunta do questionário: Quantas folhas de papel você usa em um dia?)



Gráfico elaborado pelo aluno Rafael. (Este gráfico refere-se à segunda pergunta do questionário: Quantas folhas de papel você usa em um dia?)



Gráfico elaborado pelo aluno Leonardo (Este gráfico refere-se à quarta pergunta do questionário: quantas vezes você usa a internet por semana?)
 
Gráfico elaborado pelo aluno Paulo ( Refere-se ao uso diário da internet)


 Fotos referentes ao trabalho no Laboratório de Informática




 

 
 

sexta-feira, 13 de novembro de 2009

PROJETO DE INICIAÇÃO CIENTÍFICA DISCENTE - DO PAPIRO AO BLOG- A AVENTURA DO LIVRO

Projeto de Iniciação Científica Discente (PICD) EJA/ESEBA: DO PAPIRO AO BLOG: A AVENTURA DO LIVRO

Este ano (2009), os alunos do II segmento da Educação de Jovens e Adultos da ESEBA/UFU estão desenvolvendo o Projeto de Iniciação Científica Discente (PICD) sobre um tema muito importante: o livro como objeto cultural. "Do papiro ao blog: a aventura do livro" foi o título atribuído à pesquisa que está sendo orientada pelas professoras de Língua Portuguesa da EJA, Cláudia Goulart (6ª e 7ª séries) e Dorinha Grossi (5ª e 8ª séries).
O grupo formulou  perguntas  a partir das quais toda pesquisa foi conduzida.
A primeira ação realizada com o grupo de alunos desse segmento foi levá-los à Editora da Universidade Federal de Uberlândia (EDUFU) para que o grupo conhecesse os processos de editoração de um livro.


A segunda ação realizada a fim de darmos continuidade à pesquisa foi levar os alunos à Gráfica da Universidade Federal de Uberlândia. Esse trabalho de campo, especialmente, foi de fundamental importância para que eles entendessem as etapas por meio das quais os processos de impressão sofreram modificações ao longo dos séculos, até chegar à técnica da impressão off-set e, mais recentemente, da impressão fotoeletrônica. Abaixo, uma amostra do que vimos na gráfica. Foi uma aula prática da qual os alunos nunca se esquecerão.
 


A terceira ação consistiu em levar os alunos da EJA ao Arquivo Público Municipal, com o objetivo de mostrar a importância da preservação e da recuperação dos acervos impressos, com vistas ao resgate da memória e da cidadania dos alunos como sujeitos ativos na sociedade. Em seguida, os alunos produziram um relato sobre esta atividade, conforme se pode ler nos textos a seguir (clique no link para abrir o texto).


Em seguida, no início do segundo semestre, fizemos uma reunião com os alunos no anfiteatro da ESEBA para discutirmos a respeito dos conhecimentos que eles já tinham adquirido nesses momentos e  para que eles socializassem com os colegas recém-chegados à escola as descobertas feitas.

Na etapa seguinte, a ação desenvolvida teve por objetivo inserir os alunos no campo da leitura e da pesquisa do tema propriamente dito. Movidas por esse objetivo, as professoras orientadoras levaram os alunos à Biblioteca da Universidade Federal de Uberlândia, Campus Santa Mônica. O objetivo era o desenvolvimento de algumas habilidades específicas de letramento escolar necessárias para o exercício da busca de referências bibliográficas para a pesquisa. Assim, as professoras Cláudia e Dorinha levaram seus respectivos alunos para a biblioteca da UFU, locus onde a pesquisa poderia acontecer de forma mais efetiva.

Na biblioteca, as professoras foram assistidas por uma estagiária que explicou aos alunos os procedimentos de localização de livros nas estantes e no computador ligado à internet e interligado à rede de bibliotecas das universidades.





Ao final desta atividade, os alunos foram convidados a escrever um texto, relatando a experiência com o trabalho de pesquisa realizado na biblioteca da Universidade Federal de Uberlândia. Leia alguns dos textos escritos pelos alunos:

Carmen Lúcia de Carvalho Silva


Daniel Gonçalves de Faria

Marcia Cristina Rangel

Marcos Vinícius Alves Viana

Maria Lúcia Freire

Maria Margarida do Nascimento

Marta Helena Rodrigues de Freitas


Nilda Fernandes de Araújo

Wender André Ferreira

Na sequência, os alunos produziram em duplas um texto dissertativo, expondo as informações a respeito do que foi pesquisado e das experiências pelas quais eles passaram tanto na gráfica quanto na Editora da UFU . Após terminarem o texto, cada dupla de alunos apresentou para a sala um seminário expondo o percurso de leitura e de pesquisa para os colegas.

Para finalizar o trabalho, criamos este blog para que os alunos, no decorrer deste ano letivo, pudessem vivenciar a função social da escrita. Como nas palavras de Ezequiel Theodoro (1995:27): 

Lê-se para ficar informado. Lê-se para aprimorar a sensibilidade estética. Lê-se para fantasiar e imaginar. Lê-se para resolver problemas. E lê-se também para criticar e, dessa forma, desenvolver posicionamentos diante dos fatos e das ideias que circulam através de textos.

O objetivo fundamental deste blog é fazer com que a função social da escrita seja, de fato, cumprida.  É preciso que os alunos leiam, escrevam e se sintam sujeitos que têm o que dizer uns aos outros.
Com isso, esperamos ter despertado nos alunos o interesse pela leitura e  a vontade de investigar sobre o papel que o livro, enquanto objeto físico, ocupa na relação do leitor com a leitura . Foi importante também fazê-los perceber que a interação e o vínculo se constroem no decorrer do tempo entre o leitor e a leitura por intermédio do livro. O livro é, então, um objeto que se torna revelador das marcas de um tempo, de lembranças e de sentimentos. E foi justamente isso que quisemos alcançar com este trabalho.
(Escrito por Profª Cláudia)