sexta-feira, 12 de março de 2010

Inep recebe inscrições de docentes e pesquisadores para colaboradores

No período de 8 a 15 de março, o Inep receberá inscrições de docentes e pesquisadores de instituições públicas de todo o Brasil interessados em compor o Banco de Colaboradores das avaliações do Instituto. A primeira convocação de 2010 selecionará especificamente três perfis: elaboradores, revisores técnicos e revisores de Língua Portuguesa. Entre os requisitos básicos, os interessados deverão ter diploma de graduação em Licenciatura e/ou Bacharelado e vínculo com instituições públicas de ensino ou pesquisa. O adastramento do colaborador é o primeiro passo para a construção do Banco de Itens do Inep. As inscrições deverão ser feitas pelo site http://www.inep.gov.br/bni/.

Depois do cadastramento, os colaboradores serão analisados com base nos requisitos complementares de cada área, especificados no Edital de Credenciamento 
<http://www.inep.gov.br/bni/documentos/chamada_publica_BNI_01_03.pdf>. Está prevista a seleção de 25 revisores de Língua Portuguesa e 500 elaboradores/revisores técnicos de itens. A remuneração dos itens elaborados e revisados será feita com base no Auxílio da Avaliação Educacional: o elaborador receberá R$ 100,00 por item aceito, após aprovação dos revisores técnicos do Inep; o revisor técnico, R$ 50,00 por item revisado; e o revisor de língua portuguesa, R$ 20,00.

Mais informações em http://www.inep.gov.br/bni/


quinta-feira, 11 de março de 2010

Livros digitais da Unesp

Agência FAPESP – A Universidade Estadual Paulista (Unesp) encontrou uma solução inovadora para oferecer acesso universal ao conhecimento produzido em sua pós-graduação: o Programa de Publicações Digitais, que lança nesta quinta-feira (11/3) sua primeira coleção, com 44 títulos inéditos.

O programa, decorrente de uma parceria entre a Fundação Editora Unesp (FEU) e a Pró-Reitoria de Pós-Graduação (PROPG) da universidade, publica em formato digital livros exclusivamente produzidos para esse fim, com foco nas áreas de ciências humanas, ciências sociais e aplicadas e linguística, letras e artes.

íntegra:
http://www.agencia.fapesp.br/materia/11879/especiais/livros-digitais-da-unesp.htm

Mais informações: http://www.culturaacademica.com.br/


quarta-feira, 10 de março de 2010

Olimpíada de Língua Portuguesa Escrevendo o Futuro

A Olimpíada de Língua Portuguesa Escrevendo o Futuro, realizada pelo Ministério da Educação e pela Fundação Itaú Social, com coordenação técnica do Cenpec – Centro de Estudo e Pesquisa em Educação, Cultura e Ação Comunitária, desenvolve ações de formação de professores, com o objetivo de contribuir para ampliação do conhecimento e aprimoramento do ensino da escrita. Uma das estratégias é a realização de um concurso de produção de textos que premia poemas, memórias literárias, crônicas e artigos de opinião elaborados por alunos de escolas públicas de todo o país.

Em 2010, poderão participar do concurso professores e alunos do 5º ano (4ª série) do Ensino Fundamental ao 3º ano do Ensino Médio.

Participe e ajude seus alunos a descobrir a força que a escrita tem.
Saiba mais!
Contato com a equipe: 0800 771 9310
Horário: de 2ª a 6ª feira, das 8 às 18H. Aos sábados, das 10 às 16H.
Ou acesse os sites: MEC, Fundação Itaú Social, CENPEC. 
 

Relato de educador

Em entrevista ao EducaRede, o Professor Michel, de Santa Catarina, conta como utiliza o Portal em suas aulas de história e filosofia. 
 

Concurso Internacional EducaRede: inscrições abertas!

De 8 de março a 16 de abril, professores e estudantes de todo o país podem se inscrever no Concurso Internacional EducaRede, que pretende reconhecer e premiar projetos que utilizam as tecnologias de informação e comunicação na escola. Iniciativa do Programa EducaRede da Espanha, o concurso é um dos primeiros projetos do Portal Global EducaRede. Saiba mais e participe! 


Jovens cientistas estão preocupados com o meio ambiente

Quase um terço dos projetos apresentados na 8ª edição da Feira Brasileira de Ciências e Engenharia (Febrace) está relacionado com o meio ambiente. Leia a matéria completa

segunda-feira, 8 de março de 2010

ÀS MULHERES DO MUNDO, MEU ABRAÇO!!!

 

Por muito tempo acreditou-se que a escolha do 8 de março para ser o Dia Internacional das Mulheres foi devido à um incêndio em uma fábrica têxtil nos Estados Unidos que vitimou cerca de 150 trabalhadoras que organizavam uma greve contra às más condições de trabalho. Até mesmo militantes do movimento feminista
aceitavam essa explicação. Desde a década de 1970, entretanto, novas pesquisas nessa área têm apontado que a escolha da data está ligada à história da Revolução Russa. “De fato houve esse incêndio nos EUA, um acontecimento trágico para o movimento sindical e feminista na época, mas o incêndio sequer teria ocorrido nessa data”, explica Tatau Godinho, militante da Marcha Mundial de Mulheres.

A reportagem é de Dafne Melo e publicada pelo jornal Brasil de Fato, 05-03-2010.

acessar:
http://www.ihu.unisinos.br/index.php?option=com_noticias&Itemid=18&task=detalhe&id=30391

# As mulheres estão em maior número na educação superior.

acessar: http://www.inep.gov.br/imprensa/noticias/outras/news09_02.htm

# Com igualdade de sexo, pobreza cairia 20% no Brasil.  Acessar:

http://aprendiz.uol.com.br/content/mochocesto.mmp
http://www.pnud.org.br/pobreza_desigualdade/reportagens/index.php?id01=3132&lay=pde

# A revolução alemã. ''Amparemos os homens, o novo sexo frágil''

A sociedade de hoje está se tornando mais feminina e muitos têm dificuldades para se adaptar. Os estudos mostram que as mulheres têm melhores resultados tanto nos estudos como no campo de trabalho.

A reportagem é de Andrea Tarquini e publicada pelo jornal La Repubblica <http://www.repubblica.it/>, 25-02-2010. A tradução é de Alessandra Gusatto.

íntegra:
http://www.ihu.unisinos.br/index.php?option=com_noticias&Itemid=18&task=detalhe&id=30129

# Uma revolução nascida de uma prática da diferença

“Não se trata, para as mulheres, de se declarar diferentes dos homens ou de protestar contra o domínio masculino, mas de fazer-se criadoras de si mesmas, aspecto que inclui a consciência de transmitir a vida além da exigência de definir-se e escolher em função de si e não só dos papéis que lhes assinala uma sociedade”.

É através destas palavras que Alain Touraine sintetiza seu livro O mundo é das mulheres. Petrópolis: Vozes, 2007 (publicado na França em 2006). O ensaio se desenrola em dois planos estreitamente ligados entre si: o primeiro individua nas mulheres um dos sujeitos fundamentais da mudança cultural em curso. O segundo, mais específico, delineia um novo horizonte social no qual a mulher, mediante uma sexualidade autodeterminada e o “cuidado” do próprio eu se afirma como sujeito.

O comentário é de Francesco Antonelli e publicado pelo jornal Il Manifesto <http://www.ilmanifesto.it/>, 17-02-2010. A tradução é de Benno Dischinger.

íntegra:
http://www.ihu.unisinos.br/index.php?option=com_noticias&Itemid=18&task=detalhe&id=30136

sábado, 6 de março de 2010

De trás pra frente

Sírio Possenti
de Campinas (SP)
Todas as sociedades inventam brincadeiras com com materiais linguísticos, conta Sírio Posssenti
(Gravura: M.C. Escher/ Reprodução)

Vi na TV uma rápida reportagem sobre o assunto. Dias depois, uma chamada para o Fantástico dizia que um repórter ia cobrir a curiosidade para esse programa que não vejo há anos. Sempre que vejo as chamadas - seja pelos temas, seja pelas caras e bocas - sobre as atrações ou leio alguma nota sobre o que foi mostrado no último domingo, decido não assistir e depois dou graças por não ter assistido (espero que os leitores, os que a perceberem, não impliquem com essa construção passiva...).
A tal curiosidade ocorre em Sabino, pequena cidade do interior de S. Paulo. Lá, um grupo de pessoas fala de um jeito gozado, dizia a chamada. Seguia-se a inserção de diálogos incompreensíveis. Em seguida, o segredo era revelado: falavam de trás pra frente, isto é, invertendo a ordem das sílabas das palavras. Um exemplo simples: "problema" vira "mablepro" (aparentemente, sem nenhum interferência de sotaque "caipira", ou seja, "ble" é ble mesmo).
Um exemplo mais extenso: "Aceite o desafio de Sabino" se torna "Teceia o ofisade de Nobisa". Um detalhe interessante: palavras de uma sílaba, previsivelmente, não sofrem nenhuma mudança. Por exemplo, "vamos falar de trás pra frente agora", em sabinês, é "larfa de tras pra tefren ragoa" - inclusive pra, claro. "Neurônios" vira "osnironeu", ou seja, o ditongo é tratado como hiato, mas essa diferença realmente é sutil. Não pude ouvir (vi só uma transcrição) como se pronuncia "totex", que destaco por causa do "x", sabe como é... "Gache de ser nhozimalnor!!" (chega de ser normalzinho) parece ser uma divisa e um desafio.
O que é isso? O caro leitor pode ter certeza de que não se trata de mais uma tentativa de acabar com nossa língua portuguesa. É apenas um exemplo dos diversos papéis que uma língua exerce numa sociedade. Aqueles que pensam ou defendem que uma língua deve ser sempre correta, e as frases e textos, claros e simples estão perdendo o melhor da festa.
Até porque a decisão sobre clareza (ou não) e correção (ou não) nunca é tomada no nível da língua (da gramática), mas sim no interior dos campos ou das esferas sociais da ação linguística. São os que fazem e publicam ciência que decidem que os textos devem ser assim ou assado, critério que, claramente, não é seguido pelos que fazem ou publicam literatura (revistas de física não publicariam Guimarães Rosa, nem Machado...). Os papers têm o mesmo formato desde Newton. Mas a poesia mudou pra caramba!
Todas as sociedades inventam brincadeiras com materiais linguísticos. Em geral, as invenções são anônimas. São ao mesmo tempo brincadeiras (um jogo) e formas de selecionar o que numa língua é, por exemplo, problemático ou, inversamente, mais ou menos óbvio.
Os quebra-línguas selecionam problemas, que podem ser de pronúncia ou relativos à ambiguidade, por exemplo: "três tigres com trinta tigrinhos", "debaixo da pia tem um pinto; enquanto a pia pinga o pinto pia" ("pia" é nome e verbo).
Mas tais brincadeiras também mostram que certas categorias são óbvias: quebramos a cara com teorias da sílaba, mas quem fala a "língua do pe" (ou sabinês...) sabe que se trata de uma coisa óbvia. Qualquer criança sabe tudo.
Esses jogos mostram também outras facetas dos usos da língua: um jogo pode ser fonte de diversão (em vez de jogar baralho, joga-se língua...) e ser, ao mesmo tempo, uma espécie de um código secreto. Tanto a "língua do pe" quanto o sabinês são ao mesmo tempo fáceis (se não fossem não poderiam ser dominadas por qualquer um que se dedique um pouco a isso) e "estranhas", ou seja, funcionam como um código acessível apenas aos iniciados.
Uma variante da "língua do PE" é o "pig latin" (latim de porco...). Li sobre isso num manual de linguística e passo aos leitores um exemplo: Is-thay entence-say, or-fay example-ay, is-ay itten-wray in-ay ig-pay atin-lay. A regra é: acrescente "ay" no final de todas as palavras, mas coloque antes de "ay" a primeira consoante de cada uma: assim "this" vira "is-thay", "sentence" vira "entence-say", "pig" vira "ig-pay". "In" vira "in-ay", "exemple" vira "exemple-ay", porque começam por vogais. Sofisticado? Pelo que soube, crianças que falam inglês resolvem isso tão facilmente quanto as brasileiras resolvem língua do pe (informo que ouvi língua do PE e a pratiquei na primeira infância; na na coluna passada dei umas informações sobre que tipo de falante eu fui na infância).
Em resumo: línguas servem para tudo! É uma pobreza mental incrível querer transformá-las apenas no espaço das regras uniformes. Perderíamos, no mínimo, todas as chances de fazer humor de base linguística! Seria o fim! Ainda bem que ninguém obedece: poetas, humoristas, publicitários e, principalmente, o povo.
Acrescento duas notas. Uma: observe-se que o internetês - que muitos maldizem - entra nessas categorias (código secreto e jogo). Outra: um dos jogos mais interessantes é o palíndromo.
Trata-se de uma sequência que tanto se lê da esquerda para a direita quando da direita para a esquerda (mas deve haver em outros sistemas de escrita e de leitura): os mais simples são nomes (ANA, ANILINA) ou números (2002, 1001). Um pouco mais complexos são as pequenas frases, como TUCANO NA CUT, um bom problema político-ideológico, além do mais. 

sexta-feira, 5 de março de 2010

Programa Universidade Aberta do Brasil

Edital - Processo Seletivo de tutoria a distância do Curso "Paideia Jurídica na Escola"

Polos de Corinto, Conceição do Mato Dentro, Uberaba e Uberlândia

Para ser Tutor Presencial, o/a candidato/a tem que ter experiência de 01 (um ano) em docência em qualquer nível de ensino, ou ter concluído curso de pós-graduação lato sensu (mínimo 360 horas) ou estar matriculado em curso de pós-graduação.

Clique aqui para fazer download do Edital- tutores a distância
http://moodle.grude.ufmg.br/paginas/caed/images/anexos/selecao/tutores/edital_paideia_juridica.doc

Clique aqui para fazer download do Edital - tutores presenciais
http://moodle.grude.ufmg.br/paginas/caed/images/editais/edital_paideia_juridica_presencial.doc

Clique aqui para fazer download do formulário de inscrição- tutores a distância
http://moodle.grude.ufmg.br/paginas/caed/images/formularios/formularioinscricaotutoradistancia.pdf

Clique aqui para fazer download do formulário de inscrição - tutores presenciais
http://moodle.grude.ufmg.br/paginas/caed/images/formularios/formularioinscricaotutorpresencial.pdf


Inscrições até 12 março de 2010 (exceto sábados, domingos e feriados)

Mais informações em Uberlândia (Polo UAB): tel. (34) 3212-4363 (ramal 37)

Centro de Apoio à Educação a Distância – CAED (UFMG)


@ Leitura

Brasileiro gosta de ler, mas falta acesso Os brasileiros letrados – 95 milhões – leem, em média, 1,3 livro por ano, revelou a última pesquisa do Instituto Pró-Livro, divulgada no final de 2009. Apesar disso, a coordenadora programática do Centro de Cultura Luiz Freire, Cida Fernandez, diz que é falsa a ideia de que o brasileiro não gosta de ler. Para ela, o problema é a falta de acesso à leitura. Ainda segundo a pesquisa, entre os leitores brasileiros, 75% disseram que sentem prazer em ler uma obra. Com o objetivo de incentivar ações que promovam a leitura de livros de literatura, nasceu o Movimento por um Brasil Literário. “Ler este gênero é um direito de todos e que ainda não está escrito”, revela o manifesto do movimento, que recentemente recebeu a adesão da escritora premiada Ana Maria Machado, eleita secretária geral da Academia Brasileira de Letras, e já contava com autores como Frei Beto, Marina Colasanti e Marisa Lajolo. leia na íntegra 

Para aderir ao Movimento por um Brasil Literário, acesse o site http://www.brasilliterario.org.br/index_2010.php

CONGRESSO DE EDUCAÇÃO DO SUL DA BAHIA

TECNOLOGIA A SERVIÇO DA EDUCAÇÃO

 

É preciso saber usar os computadores a favor do aprendizado

O computador tem se tornado cada vez mais comum nas escolas públicas brasileiras, Até 2010, 93% das intuições de ensino vão contar com essa tecnologia, prevê o Ministério da Educação (MEC). Entretanto, apenas ter as máquinas nas escolas não representa ganho para o aprendizado dos alunos. Para o professor da Universidade Federal de Pernambuco (UFPE), Antonio Carlos Xavier, “o computador em si é apenas uma ferramenta sem qualquer compromisso educacional. O educador é quem deve visualizar todo o potencial pedagógico latente dessa tecnologia e usá-la a seu favor”. Segundo ele, para muitos professores, o computador ainda é “uma caixa preta, uma máquina inatingível e até mesmo um concorrente”, o que cria barreiras para o uso adequado desse recurso em muitas salas de aula.

Antonio Carlos Xavier considera ainda que a sociedade está vivendo o século da informação e não se pode mais ignorar que as tecnologias digitais permeiam irreversivelmente a vida social, econômica e educacional das pessoas. Nessa perspectiva, a escola teria papel fundamental no ingresso dos alunos na chamada “Era Digital”. Ele alerta, porém, que, “de nada adianta inaugurar laboratórios de informática de última geração, se os professores mal sabem digitar um texto no Word”. Daí a importância de cursos de formação que orientem os docentes, apresentando-lhes as melhores maneiras de se usar a tecnologia no cotidiano escolar. “É necessário que alguém incentive esse fazer, ‘pegue na mão’ do professor e conduza-o, passo a passo, de modo a fazê-lo acreditar no quanto o computador pode ser um poderoso aliado no processo de aprendizagem do próprio mestre e, por consequência, de seus alunos.”

Desde 1997, o MEC desenvolve o Programa Nacional de Tecnologia Educacional (Proinfo), com o objetivo de promover o uso pedagógico das tecnologias da informação e comunicação na rede pública de educação básica. De acordo com o diretor de infra-estrutura em Tecnologia Educacional da Secretaria de Educação a Distância do MEC, José Guilherme Moreira, além da distribuição de computadores para as escolas, o Proinfo também promove cursos de capacitação. “Atualmente, 328 mil professores e gestores estão sendo capacitados para o uso das tecnologias de comunicação e de informação nas escolas,” afirma.

Na escola

Os professores precisam estar atentos ao tipo de atividade que irão desenvolver com seus alunos. As tarefas propostas devem ser interessantes de modo que, além de atraírem a atenção dos estudantes, abordem assuntos importantes para sua formação. “Não basta levar os alunos para um laboratório de informática e pedir para que digitem uma redação no Word ou deixá-los pesquisar um tema na internet sem supervisão”, adverte Antônio Carlos Xavier. Outro ponto importante é deixar claro que as aulas com computadores não representam apenas diversão. Para tanto, é fundamental que as tarefas tenham objetivos definidos e que os resultados sejam cobrados.

Atento a essas questões, o professor de informática, Roberto Corrêa, do Colégio Neusa Rocha, em Belo Horizonte (MG), planeja suas aulas em conjunto com docentes de outras disciplinas. Além dessas aulas conjugadas, Roberto Corrêa faz uso de softwares educativos. Em um desses programas, o estudante cria uma cidade virtual e é o responsável pelo saneamento básico, construção de ruas e avenidas, criação de leis e geração de empregos, conta o professor. Para ele, “esse tipo de atividade permite que o aluno adquira habilidades em diversos campos do conhecimento, como geografia e matemática”.

Outro exemplo interessante de uso da tecnologia em sala de aula é o trabalho realizado pela professora Silvia Terezinha Rocha, que dá aulas de matemática e ciências também no Colégio Neusa Rocha. Todos os anos, ela realiza uma feira de cultura, sempre em parceria com o professor de informática. Ano passado o tema do projeto foi receitas culinárias de diversos países do mundo. Silvia conta que os alunos pesquisaram as características das nações e as comidas típicas de cada lugar. O resultado desse trabalho foi um livro de receitas entregue para as famílias dos estudantes. De acordo com a professora, o segredo para o sucesso do trabalho é não perder de vista os resultados: “é preciso que o aluno apresente as conclusões em forma de relatório, avaliação ou apresentação para a turma”.


Copiar e colar

Muitos professores afirmam que não utilizam o computador nas aulas porque os alunos ficam dispersos ou se valem da famosa prática do “copia e cola”. Para Antonio Carlos Xavier, a prática do plágio é anterior ao advento do computador, a nova tecnologia apenas facilitou esse processo. Ele afirma que “cabe ao professor propor atividades que evitem isso”. O docente precisa sugerir tarefas que levem os estudantes a consultar diferentes fontes de informação, inclusive a internet, mas que resultem numa síntese produzida pelo aluno e avaliada pelo professor.

É importante também ensinar aos estudantes que, além de ser um crime, a cópia é um atalho que não vale a pena, pois não há investimento intelectual e, consequentemente, os conteúdos não são aprendidos. “É preciso mostrar-lhes como é gratificante contemplar o produto do próprio esforço materializado diante dos seus olhos.” Mas, caso haja dúvida se o trabalho é mesmo de autoria do aluno, o docente, antes de avaliar, pode colocar um trecho do texto em um site de busca na internet.


Autor: Aline Diniz
Fonte: http://www.ceale.fae.ufmg.br/noticias_ler_materia.php?txtId=574

EDIÇÃO N.11 DA REVISTA ESPÍRITO LIVRE

Foi lançada a edição n. 11 da Revista Espírito Livre.
Reproduzo, a seguir, o editorial dessa edição:

Carnaval. Um período que agrada a alguns e desagrada a outros. São momentos de alegria, descontração e até bastante culturais, desde que vividos com sabedoria e responsabilidade. Nessa edição do mês da folia, praticamente não traremos muita coisa referente a festividades, aliás, nada. Entretanto, para alegria da galera, esta edição está recheada de muita informação em matérias inéditas e exclusivas.

A matéria de capa vem trazendo a computação gráfica como um aliado ao software livre. Este gênero de software encontra na liberdade um terreno fértil, com muitas ferramentas de qualidade e facilmente disponíveis. Como entrevistados teremos Martin Nordholts, desenvolvedor do projeto Gimp, que esclarece diversos pontos sobre as novas versões do popular editor de imagens. Vitor Balbio é outro entrevistado, que explica com clareza seus projetos, dentre eles o Ruínas. Além destes, Alexandre Oliva, que participa da Free Software Foundation Latin América, nos concedeu uma entrevista esclarecendo seu ponto de vista sobre um evento bastante popular que acontece no próximo mês: o FLISOL, o Festival Latinoamericano de Instalação
de Software Livre, que acontece em diversas cidades das Américas. Além do FLISOL, conversamos com Fernanda G Weiden, da Free Software Foundation Europa, sobre o Document Freedom Day, evento que acontece simultaneamente em todo o mundo.

Ainda sobre o assunto de capa, Carlos Eduardo, o Cadunico, apresenta uma matéria bem ampla apresentado diversas ferramentas sobre o tema proposto.
Karlisson Bezerra, responsável pela famosa tirinha ?Nerson Não Vai A Escola? também assina uma matéria comentando sobre a produção de tiras utilizando software livre. Jomar Silva e Leandro L. Parente atacam com duas matérias bem interessantes sobre multimídia. Diversas ferramentas são apresentadas e discutidas. Relsi Hur Maron continua com sua série de artigos sobre Joomla. Patrick Amorim traz a primeira parte de um artigo sobre perícia forense utilizando GNU/Linux. Jorge Augusto continua seus com seus artigos sobre empregabilidade enquanto Hailton Lemos apresenta uma perspectiva interessante mostrando como a biologia está inspirando a informática. Tem matéria sobre reciclagem digital, moodle, jailbreaking e muito mais.

Já estamos caminhando rumo ao nosso primeiro aninho? É, algo que podemos dizer bem complicado em se tratando das circunstâncias que permeiam a comunidade num geral. Pensando nisso, estamos preparando surpresas a partir da edição nº 13. Aguardem!

Vocês vão perceber que a agenda está apresentando pouquíssimos eventos nos últimos meses. Pois então, conforme o ano vai tomando forma ao longo dos meses, os eventos vão aparecendo. Sabe-se que o primeiro semestre é um período fraco em eventos, porém conforme formos sabendo, vamos publicando-os.

Nossos sinceros agradecimentos a todos que contribuíram de forma indescritível para que mais uma edição da Revista Espírito Livre. Sem estes essa edição não seria possível. Agradecimentos também aos nossos leitores que nos injetam de ânimo todos os dias. Aqueles que nos seguem pelo Twitter, Identi.ca e demais veículos, estejam atentos: não custa lembrar que as promoções e novidades são apresentadas primeiramente nestes veículos e no site oficial da revista http://revista.espiritolivre.org.

Agradecimentos a todos que não foram citados acima e que formam esta família que compõe a Revista Espírito Livre.

PARA FAZER DOWNLOAD DA REVISTA ACESSE O SITE:

CURSO DE EXTENSÃO



.: Status:
MATRÍCULAS ABERTAS - Informações 11 3124 9600

INFORMAÇÕES REFERENTES AO 1º SEMESTRE

.: Apresentação:
A linguagem, sempre em transformação, permeia a vida social e ajuda a construí-la. Com o desenvolvimento da internet, a necessidade de dominar a escrita é uma exigência cada vez maior do mercado de trabalho. No entanto, é consenso a dificuldade de leitura e escrita em vários contextos profissionais, principalmente na formação de professores e pesquisadores.
O curso “Leitura e Escrita: Análise do Discurso em Contextos Profissionais” oferece um espaço de reflexão e estudo da linguagem, por meio da prática crítica de diferentes gêneros do discurso, em situações profissionais variadas, principalmente, de professores de todos os níveis e de pesquisadores das áreas de Ciências Humanas e Sociais.
Com uma perspectiva inovadora, o curso aborda a linguagem como um fato sociohistórico, que traz em si os valores e a história social de determinado grupo de falantes. A teoria que embasa a prática dirigida é a Análise do Discurso (AD), em sua vertente francesa mais recente, que privilegia o estudo do sentido e integra os vários planos do discurso: o tema, o vocabulário, o gênero discursivo, o modo de citação etc.
Os profissionais serão capacitados para realizar leituras críticas, base para o desenvolvimento de uma escrita eficiente. Durante o curso, serão esclarecidos conceitos como língua, discurso, enunciado/enunciação, texto e contexto, assim como noções subsequentes, como tipo de texto e gênero do discurso.
Os professores do ensino fundamental e médio poderão repensar os meios teóricos e práticos que utilizam para ensinar a competência da leitura e da escrita, de acordo com a ênfase dada ao assunto pela Proposta Curricular do Estado de São Paulo. Já os professores universitários e profissionais das áreas de Ciências Humanas e Sociais terão a oportunidade de trabalhar gêneros específicos de seus contextos de trabalho.
Com um equilíbrio entre teoria e prática, o curso tem carga horária de 45 horas. A metodologia envolve aulas expositivas, análise e produção crítica de gêneros discursivos úteis aos profissionais, tanto para uso próprio como para o ensino, além de atividades em grupo. O estudo das diferentes produções discursivas, tanto na leitura quanto na escrita, levará em conta o dispositivo social de circulação dos textos, ou seja, o quanto o sentido produzido é determinado por quem lê, onde lê, quando lê e em que suporte.

.: Dirigido a:
Professores e pesquisadores de língua materna e educadores do ensino fundamental, médio e superior de estabelecimentos públicos e privados, que querem atualizar seu conhecimento em Linguística (mais especificamente na área de Análise do Discurso), além de bacharéis, pesquisadores e profissionais licenciados em Ciências Humanas e Sociais.

.: Conteúdo Programático:
• Língua e discurso
• Enunciado e enunciação
• As leis do discurso
• Práticas sociais e práticas discursivas
• Ideologia, linguagem e práticas sociais
• Discurso e diferentes suportes
• Situação de enunciação: relações texto/contexto
• Construção dos gêneros em função das práticas sociais
• Processos de adesão do sujeito aos discursos
• Discurso e diferentes suportes
• Práticas discursivas em diferentes estabelecimentos de ensino
• O texto publicitário no ensino: conceito de cenografia e ethos discursivo
• Gênero discursivo e textualidade: elementos de coesão e coerência
• Práticas de construção/análise de gêneros do discurso diversos


.: Coordenação:
Profa. Dra. Cecília Souza-e-Silva

.: Corpo Docente: *
Profa. Dra. Cecília Souza-e-Silva
Profa. Dra. Tatiana Piccardi
* Sujeito a alterações

Se você deseja obter informações sobre algum professor, clique em Plataforma Lattes, vá em Buscar/Buscar Currículos e digite o nome completo do professor cujo currículo deseja consultar.

.: Carga Horária:
45 horas

.: -Início/Duração:
15 de março de 2010
.: Horário:
Segundas-feiras, das 19 às 22 horas


.: Local de Realização:
PUC-SP - Unidade COGEAE Consolação - Rua da Consolação, 881 - Consolação - São Paulo - SP - Mapa da Unidade

.: Valores e Informações:

Valor do curso         R$ 765,00
Parcelado em 5x        Matrícula: R$ 153,00 + 4 parcelas de R$ 153,00

·                     As parcelas são mensais e estão sujeitas aos reajustes legais.
·                     Grupos (empresa, escola ou outra instituição) têm descontos especiais. Consulte-nos.
·                     Consulte nosso Atendimento (fone: (11) 3124.9600) para informações sobre condições especiais para associações, alunos, professores, funcionários e ex-alunos da PUC-SP.


.: Documentos para Matrícula:
No ato da matrícula, além do CPF, do RG e do comprovante de endereço (onde conste o CEP), os alunos graduados deverão apresentar o diploma de graduação. Todos os documentos devem ser originais ou cópias autenticadas.
Para que a matrícula seja efetivada, é importante que o aluno traga todos os documentos solicitados.

.: Matrícula - Vagas limitadas
Local de Matrícula:
Unidade COGEAE Consolação

.: Observações:
Sistema de Aprovação:
Freqüência mínima de 75% das aulas e média igual ou superior a 7,0 (sete).
Realização sujeita ao número mínimo de inscrições.

CURSO DE EXTENSÃO - PUC/SP

http://cogeae.pucsp.br/curso.php?cod=183610&uni=SP&tip=RE&le=E&ID=6

quinta-feira, 4 de março de 2010

SELEÇÃO PARA TUTOR PRESENCIAL UNIVERSIDADE ABERTA - UFMG Aberta Seleção de Tutores - Educação e Saúde na Escola

UNIVERSIDADE FEDERAL DE MINAS GERAIS

CENTRO DE APOIO À EDUCAÇÃO A DISTÂNCIA

PROCESSO DE SELEÇÃO DE TUTORES PRESENCIAIS

O Centro de Apoio à Educação a Distância da Universidade Federal de Minas Gerais – CAED/UFMG – FAZ SABER que, no período de 19 de fevereiro a 06 de Março de 2010 (exceto sábados, domingos e feriados), estarão abertas as inscrições para o Processo de Seleção de 10 (dez) Tutores Presenciais e no período de 19 de fevereiro a 05 de Março de 2010 (exceto sábados, domingos e feriados), para 10 (dez) Tutores a Distância, que realizarão o acompanhamento das disciplinas oferecidas no Curso de Aperfeiçoamento em Educação e Saúde na Escola, na modalidade a distância, nos polos de Confins, Itabira, Juiz de Fora, Governador Valadares e Uberlândia, que integram o Programa da Universidade Aberta do Brasil (UAB), sob a coordenação da Secretaria de Educação Continuada, Alfabetização e Diversidade (SECAD) do Ministério da Educação (MEC), da Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (CAPES) e da Universidade Federal de Minas Gerais. As inscrições serão realizadas nas Secretarias dos referidos polos.

Entregar nas secretarias dos pólos os documentos listados no polo para o qual deseja se candidatar, conforme indicado no ANEXO II, até o dia 06 de Março de 2010.

Mais informações em Uberlândia (Polo UAB): tel. (34) 3212-4363 (ramal 37)

# Edital de Seleção para Tutores presenciais do Curso Educação e Saúde na Escola
http://moodle.grude.ufmg.br/paginas/caed/images/editais/edital%20tutores%20presenciais_v.doc

# Formulário de inscrição para o curso Educação e Saúde na Escola (Tutor presencial)
http://moodle.grude.ufmg.br/paginas/caed/images/formularios/formularioinscricaotutorpresencial.pdf


# Edital de Seleção para Tutores a distância do Curso Educação e Saúde na Escola
http://moodle.grude.ufmg.br/paginas/caed/images/editais/edital%20tutores%20a%20dist%E2ncia_v.doc

# Formulário de inscrição para o curso Educação e Saúde na Escola (Tutor a distância)
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Centro de Apoio a Educação à Distância - UFMG
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VÍRGULA

Instituições ligadas à educação começam a aderir às licenças flexíveis; gestores do Creative Commons destacam potencial dessas iniciativas

"Construção coletiva do conhecimento". O termo, indissociável da atualíssima "cultura digital", permeia discussões educacionais, filosóficas, sociológicas e também mercadológicas. Fácil entender o porquê: as práticas que configuram essa construção esbarram em leis e conceitos que foram concebidos quando a internet ainda não ocupava papel tão central nas dinâmicas de compartilhamento de bens culturais.

Em tempos de YouTube, como um professor consegue explicar a seus jovens alunos que um filme que ele utilizou na sala de aula como ferramenta de apoio ao conteúdo didático não pode ser disponibilizado para todos na internet? Ou como recriminar um estudante que compartilhou com os seus amigos, em slides virtuais, um livro que ele leu e gostou? Discussões sobre questões dessa natureza fervem, pois, de lado oposto aos que defendem a liberalização dessas práticas estão produtoras, gravadoras, editoras e artistas responsabilizando quem compartilha esses conteúdos por seus prejuízos financeiros.

A polêmica é imensa e, não à toa, uma das estrelas da terceira edição da Campus Party Brasil, evento realizado em janeiro, em São Paulo, foi o professor e pesquisador americano Lawrence Lessig, um dos criadores da licença Creative Commons. Nela, diferentemente da copyright, nem todos os direitos sobre uma determinada obra são reservados ao autor.

Na prática, isso significa que o professor poderia, sim, disponibilizar para os seus alunos, no Youtube ou em qualquer outro espaço da web, um filme que estivesse sob a licença Creative Commons, sem que isso pudesse lhe gerar qualquer punição pela Justiça. E mais: aqueles alunos poderiam, dependendo do nível de liberdade dado àquele filme, modificá-lo antes de compartilhar novamente. [...]

Leia na íntegra a matéria de Giulliana Bianconi para o Instituto Claro em http://www.institutoclaro.org.br/observatorio/noticias/detalhe/instituic-es-ligadas-a-educac-o-comecam-a-aderir-as-licencas-flexiveis-gestores-do-creative-commons-destacam-potencial-dessas-iniciativas

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@ Formação Continuada

As Inscrições para o Programa de Formação Continuada com Profissionais do Ensino Básico já estão disponiveis na página da Pró-Reitoria de Extensão, Cultura e Assuntos Estudantis (PROEX) da Universidade Federal de Uberlândia (UFU).

Clique aqui para efetuar a sua inscrição


PROGRAMA DE FORMAÇÃO CONTINUADA COM PROFISSIONAIS DO ENSINO BÁSICO EM EXERCÍCIO NAS REDES EDUCACIONAIS PÚBLICAS

COORDENAÇÃO GERAL do PROGRAMA:
Profª Dra Sônia Maria Santos e Profª Maria Adelina Cantalogo Silva

OBJETIVO:
Contribuir, debater e buscar formas reais de melhorar a Qualidade do Ensino Público, propondo atividades de extensão e pesquisa, na perspectiva da Formação Continuada dos Profissionais que atuam na Educação Básica Pública.

PÚBLICO ALVO:
Profissionais da educação que atuam na rede pública de ensino; graduandos da UFU; profissionais da educação que atuam na rede privada de ensino; outros.

CARGA HORÁRIA - 120 horas

Seminário Coletivo do Programa – 20 horas
Seminário de Abertura e Encerramento – 8 horas
Atividades à Distância – 40 horas
Atividades Específicas dos Cursos 52 horas

EIXO 1 – LINGUAGENS E CULTURAS

Este eixo desenvolve há quatro anos um trabalho que visa conhecer e ampliar as diferentes linguagens - verbal, oral, corporal, musical, teatral, matemática, poética, visual, literária - e diferentes culturas – populares/científica - e também um pouco da indústria cultural. Com essas linguagens e culturas buscamos alternativas, quer dizer, procuramos, pesquisamos e criamos possibilidades práticas, reflexivas e interdisciplinares em ações educativas, priorizando a escola, mas também olhando a educação que permeia a sociedade.

CURSOS ESPECÍFICOS DO EIXO UM

CURSO 1: DANÇA
CURSO 2: HISTÓRIA
CURSO 3: LÍNGUA PORTUGUESA E LITERATURA
CURSO 4: PEDAGOGOS
CURSO 5: LITERATURA - ANOS INICIAIS
CURSO 6: LINGUAGENS, CULTURAS E INTERDISCIPLINARIDADE

EIXO 2 – GÊNERO, RAÇA E ETNIA
(ENFOQUE NA IMPLEMENTAÇÃO DA LEI FEDERAL 10639/2003)

Este eixo visa desenvolver cursos de formação continuada para os profissionais da educação básica da rede estadual e municipal de ensino da cidade de Uberlândia e região. Neste sentido, vem desenvolvendo ações envolvendo a temática de gênero, raça e etnia com enfoque nos dispositivos da lei federal 10.639/03 que obriga a Educação para as relações étnico raciais e o ensino de história e cultura afro-brasileira e africana nos estabelecimentos de ensino de educação básica públicos e privados.

NÍVEL I= INICIANTES
NÍVEL II = AVANÇADO

EIXO 3 – MEIO AMBIENTE E SAÚDE

Este eixo propõe discutir os problemas ambientais locais, regionais e mundiais, usando uma metodologia de ações teórico-práticas, que contribua efetivamente com a formação de "habitus" educativos para a preservação e conservação do meio em que vivemos, a partir de uma visão globalizada do tema, perpassando pelas diversas áreas do conhecimento e dentro das perspectivas da Agenda 21.

NÍVEL I= INICIANTES
NÍVEL II = AVANÇADO

EIXO 4 – DIVERSIDADE, EQUIDADE E INCLUSÃO

Este eixo propõe a oferecer cursos que contemplem discussões no âmbito educacional pelo crivo da diversidade (humana/cultural), equidade (oportunidades) e inclusão (alunos com necessidades educacionais especiais/ digital). E também explorar recursos de ferramentas digitais que facilitem o trabalho no cotidiano escolar.

CURSOS OFERECIDOS PELO EIXO QUATRO

CURSO 1: MÍDIAS E MATEMÁTICA 6º AO 9º ANO
CURSO 2: LETRAMENTO ACADÊMICO-CULTURAL PARA A EJA
CURSO 3: GESTÃO ESCOLAR E OS DESAFIOS CONTEMPORÂNEOS
CUROS 4: FERRAMENTAS DIGITAIS NA EDUCAÇÃO

Vírgula